Quando falamos em avaliação lembramos que muitas vezes nas aulas presenciais a palavra prova, representava a única forma de avaliação, sendo temida por muitos alunos, principalmente quando era informada como punitiva, utilizada para o professor se vingar dos alunos e mostrar que os alunos só fazem brincar em sala de aula, bagunçar o tempo todo e não prestar atenção as aulas. Neste cenário o professor é o detentor do conhecimento, considerando que o aluno venha para a escola como se fosse um disco vazio para ser preenchido pelo conhecimento escolar.
Mas, na verdade, a avaliação serve como instrumento para medir o desempenho e, a partir disto, permitir a formação de um juízo de valor sobre o que foi observado nessa medição. Tendo esses elementos à mão, fica possível estabelecer as competências a serem desenvolvidas e aperfeiçoadas com o intuito de corrigir e calibrar ações destinadas à melhoria da qualidade de ensino.
Avaliação é um processo continuo de aprendizagem no qual deve-se manter a interação entre professor e aluno. Neste caso avaliação não pode ser vista como método de reprovação mais uma especialidade para promover o conhecimento participativo, coletivo e construtivo entre ambos.
Para avaliar, podem-se utilizar diversos instrumentos, como provas, trabalhos, seminários, dinâmicas de grupo ou outras estratégias quaisquer que auxiliem o professor a adquirir informações sobre o desempenho dos alunos (na educação presencial). Como os professores podem se utilizar dessas ferramentas, o ato de avaliar não pode passar apenas por uma nota, como se o aluno fosse um número; mas um conjunto de atividades que proporcione ao aluno apresentar as suas múltiplas inteligências, de modo a desenvolve-se cognitivamente.
Quando avaliamos fazemos julgamento quantitativamente e/ou qualitativamente do “conhecimento” adquirido pelo aluno, de modo a mostrá-lo que ações devem ser enfatizados para ele possa atingir o objetivo proposto.
Nas aulas presenciais o professor pode auxiliar o aluno na obtenção das competências e habilidades prepostas, modificando as estratégias quando necessárias para atingir o objetivo. Mas na Educação à Distância a figura do professor não está presente para auxiliar o aluno em todos os momentos, nem mesmo o tutor, pois os contatos serão através de fóruns, e-mail, avisos entre outros processos assíncronos ou até mesmo síncrono como é o caso do chat ou audio/videoconferência, ficando a cargo do aluno a autonomia do estudo.
Neste caso, a construção do conhecimento deverá ser avaliada continuamente através de diversos instrumentos de avaliação, sendo obrigatória a utilização da prova presencial, mas poderão ser utilizadas outros instrumentos já citados, como as participações nos fóruns, chats, envio de arquivos ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (portifólio).
As avaliações devem ter coerência entre os objetivos, metas e resultados educativos e necessidades culturais e socioeconômicas de uma comunidade. Sendo assim, os diversos instrumentos de avaliação serão realizáveis a qualquer momento, dependendo mais do estudante (autonomia) e de seu próprio processo de aprendizagem do que das conveniências da instituição.
Mas, na verdade, a avaliação serve como instrumento para medir o desempenho e, a partir disto, permitir a formação de um juízo de valor sobre o que foi observado nessa medição. Tendo esses elementos à mão, fica possível estabelecer as competências a serem desenvolvidas e aperfeiçoadas com o intuito de corrigir e calibrar ações destinadas à melhoria da qualidade de ensino.
Avaliação é um processo continuo de aprendizagem no qual deve-se manter a interação entre professor e aluno. Neste caso avaliação não pode ser vista como método de reprovação mais uma especialidade para promover o conhecimento participativo, coletivo e construtivo entre ambos.
Para avaliar, podem-se utilizar diversos instrumentos, como provas, trabalhos, seminários, dinâmicas de grupo ou outras estratégias quaisquer que auxiliem o professor a adquirir informações sobre o desempenho dos alunos (na educação presencial). Como os professores podem se utilizar dessas ferramentas, o ato de avaliar não pode passar apenas por uma nota, como se o aluno fosse um número; mas um conjunto de atividades que proporcione ao aluno apresentar as suas múltiplas inteligências, de modo a desenvolve-se cognitivamente.
Quando avaliamos fazemos julgamento quantitativamente e/ou qualitativamente do “conhecimento” adquirido pelo aluno, de modo a mostrá-lo que ações devem ser enfatizados para ele possa atingir o objetivo proposto.
Nas aulas presenciais o professor pode auxiliar o aluno na obtenção das competências e habilidades prepostas, modificando as estratégias quando necessárias para atingir o objetivo. Mas na Educação à Distância a figura do professor não está presente para auxiliar o aluno em todos os momentos, nem mesmo o tutor, pois os contatos serão através de fóruns, e-mail, avisos entre outros processos assíncronos ou até mesmo síncrono como é o caso do chat ou audio/videoconferência, ficando a cargo do aluno a autonomia do estudo.
Neste caso, a construção do conhecimento deverá ser avaliada continuamente através de diversos instrumentos de avaliação, sendo obrigatória a utilização da prova presencial, mas poderão ser utilizadas outros instrumentos já citados, como as participações nos fóruns, chats, envio de arquivos ao Ambiente Virtual de Aprendizagem (portifólio).
As avaliações devem ter coerência entre os objetivos, metas e resultados educativos e necessidades culturais e socioeconômicas de uma comunidade. Sendo assim, os diversos instrumentos de avaliação serão realizáveis a qualquer momento, dependendo mais do estudante (autonomia) e de seu próprio processo de aprendizagem do que das conveniências da instituição.
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