domingo, 27 de novembro de 2011

Dialogicidade em práticas interativas da área de exatas

Durante os casos acima, você lembrou alguma situação que já aconteceu com você?

No Blog, compartilhe exemplos de cada um dos elementos (amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico). Escreva situações reais ou algo que tenha chamado atenção sobre os elementos de dialogicidade de Paulo Freire.

O diálogo é a ferramenta essencial para que ocorra a comunicação entre os pares (tutores e alunos), é um instrumento de libertação (FREIRE, 2006 apud DAVID), pois com ela podemos aprender e ensinar, podemos assim compartilhar os diversos conhecimentos que vivenciamos, interpretando essa “história da vida” conforme a nossa necessidade e observação.

Devido a esses conhecimentos de mundo, que nos tornam ímpar em uma sociedade, somos detentores de conhecimentos distintos (tutor e aluno),

Assim, a partir do momento em que nos tornamos autônomos na construção do conhecimento, seremos capazes de ensinar e aprender cada vez mais.

A proposta da EaD é que sejamos os protagonistas dessa construção onde todos dependem da participação de cada pessoa, para que possamos construir o aprendizado, individual e coletivo.

Conforme citado pelo artigo, “o diálogo freiriano possui cinco pressupostos que norteiam a comunicação educador-educando: amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico” (DAVID).

Neste contexto, procuro desenvolver a minha vida nesses pressupostos, onde desenvolvo uma prática onde os alunos são os agentes importantes na sala de aula, pois cada participação é valorizada, seja uma dúvida ou acréscimo dos conteúdos abordados (seja presencial ou virtual), assim, o aluno pode iniciar um processo crítico sobre a “verdade científica” e buscar novos conhecimentos em outras fontes de pesquisas. Procuro desenvolver a prática em que todos que queiram se pronunciar serão ouvidos e respeitados nas suas colocações. Acredito que assim eles buscam a autonomia e a confiança que são capazes de aprender e ensinar e quando “errarem” poderem consertar e acertar.

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