• Como relacionar cada trecho acima com a EAD?
Em sua essência, todo o texto acima está relacionado com a EAD. O tutor deve ter compromisso com o ato de educar, e nas palavras de Paulo Freire, o amor se traduz no compromisso.
O tutor deve ter humildade para perceber que ele não é o senhor absoluto do saber, mas um instrumento de colaboração para a formação do mesmo no educando.
O tutor/ deve ter fé nos homens e esperança pois nosso trabalho se constitui do objetivo de levar transformação/libertação à sociedade, e isso, por meio da educação, crendo na possibilidade de que cada homem possa também oferecer o seu melhor ao coletivo.
E por fim, mas não menos importante, cada tutor deve investir na autonomia intelectual de seus educandos, na construção de mentes críticas que se disponham a analizar os fatos, meios e motivações dos contextos em que estão inseridos para que não se deixem levar “pela maioria”, mas sim, assumir um posiocionamento consciente diante dos fatos.
• Como pensar em diálogo em um ambiente virtual?
Os AVA não dificultam a comunicação, pelo contrário, eles viabilizam. O que se te3m que trabalhar e a cultura do diálogo pedagógico, com propósitos específicos, que infelizmente, ainda deve amadurecer um pouco, pois não basta apenas dialogar, deve-se atingir um objetivo.
• O diálogo falado por Paulo Freire pode ser aplicado durante as interações ambientes virtuais? Como?
Não só pode como deve, a proposta de Freire não se difere em nada do objetivo da educação como um todo, no início do vídeo, apresentador faz a seguinte colocação: “Paulo Freire enfatiza em sua proposta pedagógica a proximidade interpessoal entre o educador e o educando”. Um dos muitos propósitos que a EAD tem em comum com o trabalho de Freite, exceto pelo método que não é o presencial.
• Você aplica esses pilares em suas práticas pedagógicas?
Aplico em minhas práticas presenciais, pois como já coloquei aqui anteriormente, não tenho nenhuma experiência como tutor de EAD, estou ingressando nesse universo agora, mas bastante curioso.
Olhando de Perto (Alguns Exemplos):
Amor – Já procurei me aproximar mais de um aluno por ter tomado conhecimento do seu contexto de vida. Senti em mim uma vontade gritante de mudar a realidade dele, ou de pelo menos mostra à ele que o caminho para a mudança era a educação. Mas em termos gerais, me sinto muito motivado à execução do meu trabalho quando penso que por meio da educação podemos mudar a realidade de nossos estudantes.
Humildade – Quando esta começando na carreira de professor uma aluna após uma explicação me perguntou pra quem eu havia explicado, se pros alunos ou pra mim mesmo. Aquilo foi um tapa na cara, mas ao mesmo tempo foi um despertar para a sensibilidade de que os estudantes não compartilhavam do nível de conhecimento de que eu dispunha.
Fé nos homens e Esperança – É uma constante, tendo em vista que nossa vocação vem da motivação de transformar o mundo, e isso não por outro meio, se não, através daqueles que passam por nós.
Pensar Crítico – Fazendo uso das palavras de Paulo Freire no vídeo, é fundamental trabalharmos com uma pedagogia das perguntas e não das respostas. Despertar a curiosidade e a autonomia intelectual refletir sobre as questões que são ou não objeto de estudo.
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