Realmente a concepção de amor e afetividade defendida, ultrapassa a simples ideia de "passar a mão na cabeça do aluno e fechar os olhos aos erros cometidos pelos mesmos", está inserida no querer o crescimento do mesmo, que ele atinja sua plenitude, logo, um professor tutor que não está ligado a turma e disponível ao aluno, dificilmente passará de um mero treinador ou transferidor de conhecimento (concepção educacional bancária). Cria vinculo com a turma é uma ótima base para se facilitar a construção do conhecimento.
O respeito ao conhecimento prévio do aluno sobre assunto deve ser levado em conta, pois, passamos de uma aula expositiva para uma aula dialogada, onde opiniões são defendidas. Criando assim, uma atmosfera colaborativa para o processo de ensino-aprendizagem.
Todos podem aprender química, acreditar na possibilidade de redenção de alunos com notas ruins que querem desistir é um fator determinante para a caminhada, palavras de incentivos são fundamentais para a continuação de muitos alunos no curso.
Muitos alunos não sabem ou não tem ideia do potencial transformador de sua atuação profissional no futuro, saber onde atuar e como poderiam ajudar na construção de uma sociedade mais justa para todos.
Baseado nesses pilares a função do professor tutor é muito mais ampla, não basta deter o conhecimento tem que criar vinculo afetivos(querer que tudo dê certo), respeitar ao aluno, suas indagações para poder assim facilitar essa aula dialogada proposta por Paulo Freire, acreditar em todos e principalmente nos alunos ruins, pois, o aluno bom aprender com ou sem sua intervenção, e praticar em sala um sentimento de não aceitação do fechado e acabado, e sim do discutido e entendido.
Att,
Willame.
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